É preciso modificar a forma de enxergar a segunda da informação

Executivo sugere que empresas passem a encarar as tarefas de proteção mais como “benefício” do que como “custo”?

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O crime organizado no mundo digital já é um fato consumado e um excelente motivo para que as empresas concedam mais atenção a práticas de proteção. Em recente relatório da PWC, publicamente disponível, os dados mostram que o número de ciberataques no Brasil aumentou na ordem de 274%.

Alexander Barcelos, diretor da LTA-RH Informática, sugere que as companhias precisam modificar a forma como enxergam SI. Para o executivo, é importante que empresas passem a encarar as tarefas de proteção de dados mais como “benefício” do que como “custo”.

“As organizações só veem uma coisa, que não investir em segurança é sinônimo de prejuízo, e é dessa forma há muito tempo. É evidente que os danos causados pelo descaso com a proteção dos dados de uma empresa são imensuráveis, mas, é necessário mudar esse conceito negativo”, cita.

Para o diretor, ao invés de pensar que evitarão prejuízos, os gestores devem ter ciência de que investir em tecnologia é uma chance de estar à frente dos concorrentes, minimizando riscos e maximizando resultados, garantindo a continuidade de seu negócio.

Barcelos acredita que a ideia de as empresas enquadrarem segurança da informação como custo, é o que impede as mesmas vislumbrem os benefícios do investimento e do alto valor agregado.

“São inúmeras as consequências positivas e podem ser vistas a curto e médio prazo, desde que, o gestor de TI tenha oportunidade de mostrar isso no seu dia a dia. Estamos falando de aumento da produtividade, de otimização do tempo, de foco na estratégia do negócio”, lista.

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